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Uma história de Páscoa

História: Uma história de Páscoa

História contada pela Soraia Faustino

Todo mundo sabe que, quando vai chegando a Páscoa, as crianças vão começando a pensar em ovos coloridos de chocolate, em coelhinhos.

Mas o que pouca gente sabe é que, quando vai chegando a Páscoa, os coelhinhos vão começando a pensar em cenouras coloridas, em crianças.

Joãozinho andava assim. Às vezes, parava de correr e brincar e perguntava aos outros:

– Coelhinho da Páscoa existe mesmo?

E, num matinho, lá no fundo da sua toca, o coelhinho Dudu também, às vezes, parava de pular e brincar e perguntava aos outros coelhos:

-Menino de Páscoa existe mesmo? 

Quando chegou o domingo de Páscoa, Joãozinho e Dudu pularam da cama bem cedinho e foram até o jardim procurar os ovos de chocolate e as cenourinhas coloridas que o coelhinho de Páscoa e o menino de Páscoa deveriam ter trazido.

Eles procuraram, mas nada acharam.

Até que, de repente…

Os dois viram uma coisa se mexendo do outro lado de uma planta. Foi então que o menino viu o coelho e o coelho viu o menino.

Uma confusão! Corriam pelo jardim todo.

E brincavam e pulavam e riam.

Até que se embolaram.

– Bom dia coelhinho de Páscoa – disse o Joãozinho. – Você está atrasado. Até pensei que você não vinha trazer os ovos de chocolate para mim.

Mas o coelhinho respondeu:

– Bom dia menino de Páscoa. Você estava atrasado.  Até pensei que você não vinha trazer as cenouras coloridas para mim. 

Os dois conversaram, ficaram meio tristes e cada um foi para sua casa.

Chegando em casa, Joãozinho contou para o se pai o que tinha acontecido e que ficaria muito feliz se pudesse ajudar o coelhinho.

O coelhinho também contou para seu pai o que havia acontecido. Disse que estava triste e que gostaria de ajudar o menino de Páscoa.

Eles pensaram num jeito de ajudar e foi assim que, Joãozinho saiu de casa com uma cesta cheinha de cenouras embrulhadas em papéis coloridos, andou até o matinho lá no fundo do jardim e começou a esconder tudo por ali.

Enquanto isso, Dudu estava do outro lado do jardim, perto de casa, com uma cesta cheinha de ovos de chocolate embrulhados em papel colorido.

E adivinhe o que ele estava fazendo…

Isso mesmo, escondendo tudo por ali, com cuidado, para não encontrar Joãozinho e não estragar a surpresa.

Depois cada um voltou para sua casa. Um pouco triste, porque não tinha nada. E um pouco contente, porque é bom fazer feliz um amiguinho da gente.

 E no meio da folhagem, de repente, cada um viu uma coisa diferente. Uma coisa colorida, tão brilhante.

Foi uma pulação. Uma gritaria. E o jardim ficou cheio de uma grande alegria.

– Que delícia! Minhas cenourinhas! – Gritava Dudu.

– Oba! Chocolates! Ovinhos e Bombons! – Gritava Joãozinho.

E cada um ficou pensando para o seu lado:

– Como será que isso aconteceu? Uma cesta todinha com uma coisa tão esquisita que eu nunca tinha visto.

Não é mesmo fácil de entender. Mas é assim. Um mistério.

Um segredo de coelhos. E dos meninos e meninas de Páscoa.

Será que você também é uma criança de Páscoa?

Mensagem

A história contada acima, retrata o cuidado com o próximo, a se importar com o outro, a amizade, a união e a dividir aquilo que temos com aqueles que nada tem.

A casa sonolenta

História: A casa sonolenta

História contada pela Dayane Santana

Era uma vez uma casa sonolenta, onde todos viviam dormindo.

Nessa casa tinha uma cama, uma cama aconchegante, numa casa sonolenta, onde todos viviam dormindo.

Nessa casa tinha uma avó, uma avó roncando, numa cama aconchegante, numa casa sonolenta, onde todos viviam dormindo.

Em cima dessa avó tinha um menino, um menino sonhando, em cima de uma avó roncando, numa casa aconchegante, numa casa sonolenta, onde todos viviam dormindo.

Em cima desse menino tinha um cachorro, um cachorro cochilando,

em cima de um menino sonhando, em cima de uma avó roncando,

numa casa aconchegante, numa casa sonolenta, onde todos viviam dormindo.

Em cima desse cachorro, tinha um gato. Um gato ressonando, em cima de um cachorro cochilando, em cima de um menino sonhando, em cima de uma avó roncando, numa casa aconchegante, numa casa sonolenta, onde todos viviam dormindo.

Em cima desse gato tinha um rato, um rato dormindo, em cima de

um gato ressonando, em cima do um cachorro cochilando, em cima

de um menino sonhando, em cima de uma avó roncando, numa casa aconchegante, numa casa sonolenta, onde todos viviam dormindo.

Em cima desse gato tinha uma pulga…

Será possível?

Uma pulga? Uma pulga acordada, em cima de um rato dormitando, de um gato ressonando, em cima do um cachorro cochilando, em cima de um menino sonhando,em cima de uma avó roncando, numa casa aconchegante, numa casa sonolenta, onde todos viviam dormindo.Uma pulga acordada.

Será possível? Uma pulga acordada que picou o rato, que assustou o gato, que arranhou o cachorro, que caiu sobre o menino, quem deu um susto na avó, que quebrou a cama, numa casa sonolenta. Adivinha? Onde ninguém mais estava dormindo. 

Mensagem

Essa é uma história que leva as crianças a se transportarem para o mundo mágico do encantamento e da fantasia. Ela tem o poder de transformar palavras em sonhos e fazer com que as crianças viajem neste mundo da fantasia e da criatividade.

A corda mágica

História: A corda mágica

História contada pela Aleksandra Rodrigues

Era uma vez um tigre que vivia num palácio. Ele era o animal mais querido de seu dono e por isso seu nome era Favorito.

Um dia, num de seus passeios, favorito ficou fascinado ao ver um velho hindu tocando flauta e movimentando uma corda ao som da sua música.

– Que maravilha! O senhor pode me ensinar a fazer isso? 

– Perguntou o alegre tigre ao tocador de flauta.

– Tenho muito pouco a ensinar a você – Respondeu o velho hindu!

– A magia está no modo de manusear a flauta – Disse ele, revelando o segredo ao tigre. O velho hindu então deu uma flauta a Favorito. Para que ele treinasse em casa.

No entanto, Favorito tinha ideias musicais próprias e foi procurar numa velha arca por alguma música interessante.

– Agora vou me divertir. Isso sim que é música! – Disse o tigre. Era um ritmo trepidante. Favorito não percebeu, porém, que havia um probleminha.

A corda tinha se enrolado em seu corpo. “O velho hindu tinha razão! A música moderna não tem magia” Pensou Favorito.

Favorito só não se machucou, porque a corda afrouxou quando ele parou de tocar, o pequeno tigre então pensou: “Não devemos nunca ignorar os conselhos dos mais velhos!”

Mensagem

Temos que ouvir o papai, a mamãe e os mais velhos, para não se machucar.

A formiga e o gafanhoto

História: A formiga e o gafanhoto

História contada pela Susana Crimber

Era uma vez, um dia quente de verão, um gafanhoto estava deitado na sombra relaxando e se protegendo do calor do sol.

A formiga passou pelo gafanhoto, e ela carregava uma enorme semente nas costas, com o objetivo de guardar para o inverno.

O gafanhoto sentiu-se cansado só de olhar a formiga carregar tanto peso: Formiga, porque você trabalha o dia inteiro? Que tal se sentar para descansar um pouco e cantar uma música comigo? perguntou ele, e pegou seu violino.

– Estou estocando comida para inverno, pois não teremos mais comida por conta do frio. Seria uma boa ideia se você fizesse o mesmo”, respondeu a formiga.

– Ah, formiga, porque se preocupar tanto com o inverno… Olha quanta comida temos agora! disse o gafanhoto.

A formiga continuou caminhando com sua carga pesada, deixando o gafanhoto para trás, que ficou cantando e tocando seu violino.

O inverno chegou e mesmo com todos os conselhos da formiga, o gafanhoto não estocou comida nenhuma. Então ele foi falar com ela.

– Oi, tudo bem contigo, formiga? Eu vim aqui cantar uma música para você em troca de comida.

A formiga respondeu:

“Eu passei o verão todinho trabalhando duro enquanto você ficou cantando e rindo de mim. Agora eu tenho uma barriga cheia e você uma barriga vazia.”

Mas espere um pouco, você pode cantar que te oferecerei um pouco de comida. 

E assim a formiga e o gafanhoto passaram o inverno juntos e se tornaram grandes amigos.

Mensagem

Os que não pensam no dia de amanhã, pagam sempre um alto preço por serem imprudentes e que nem sempre teremos na vida pessoas solícitas como a formiga que ajudou o gafanhoto oferecendo seu alimento.

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Escola Jeitinho de Criança

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